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29 de março de 2010

Projeto: Mediação Habilidosa

    “O que precisamos ensinar aos alunos para que não apenas aprendam, mas aprendam a aprender?” Sandra Garcia.
    Como desenvolver no aluno o senso crítico e aguçar sua autonomia?
    Essas atitudes serão desse indivíduo por toda a sua vida, assim, dar aos alunos possibilidades de construir habilidades, capazes de levá-los ao conhecimento, que muitas vezes, é a troca de informações, é submeter-se ao intercâmbio cultural que ocorrerá entre as escolas da zona rural e urbana.
    Sabemos que as diferenças do desenvolvimento cognitivo das crianças não podem ser apenas explicadas com base na herança congênita, existem também fatores exógenos, tais como: estímulos ambientais e diferenças culturais, além é claro, do contexto social. Nossos professores urbanos terão a possibilidade de trabalhar com os da zona rural, a valorização do homem do campo e fazer com que seus alunos possam valorizá-lo também.
    Os alunos das escolas rurais com esse intercâmbio terão sua autoestima trabalhada, o professor deverá assegurar que este estímulo percebido e compreendido, seja significativamente integrado à estrutura mental do aluno.
    Esperamos que esse intercâmbio de conhecimento e cultura possa ser ampliado à esfera material, despertando a capacidade de socializar e de ser solidário, em professores e alunos.

24 de março de 2010

Programa de Convivência Habilidosa Pós-Parto

   É sabido que as mães são intensamente acompanhadas durante todo o período de gestação, de forma minuciosa, através de exames clínicos e laboratoriais, consultas médicas e atenção especial por parte do Programa Saúde da Família. O trabalho de pré-natal desenvolvido no nosso Município é excelente, resultando na redução do índice de mortalidade infantil. Como exemplo, em 2009, não houve nenhum caso de morte de 0 a 1 ano, o que permanece até dos dias de hoje.
   Os mais recentes estudos da neurociência provam que a formação do cérebro, bem como a definição da personalidade de um indivíduo, se concretizam antes mesmo dos quatro anos de idade.
   Portanto, as crianças nessa fase de desenvolvimento, precisam ter acesso e oportunidade de crescimento social, cognitivo e psicológico, através de atividades que estimulem as habilidades não cognitivas, como respeito, solidariedade e disciplina.
   A afetividade e o trabalho lúdico proporcionam a formação de um indivíduo capaz de conhecer os seus direitos e o seu papel de cidadão na sociedade.
   Para tanto, o convívio familiar e o afeto materno são essenciais nesse processo. Expor a criança a um novo vocabulário e a novas experiências possibilita a promoção da criatividade. Para que haja estímulos de aprendizagem e que estes sejam aplicados corretamente na educação das crianças é necessário que tenhamos pais preparados para promover atividades e brincadeiras apropriadas com seus bebês que estimularão o desenvolvimento de suas capacidades cerebrais e competências cognitivas. Estimular a criança corretamente, aumenta sua capacidade linguística, motora, sensitiva e intelectual.
   A música, por exemplo, segundo dizem os profissionais da área, pode ser usada de variadas formas que farão com que as crianças se sintam tranquilas e autoconfiantes, e quanto mais cedo a música for introduzida no dia-a-dia delas, maior potencial elas terão para aprender.
   Além disto, acredito, que as atividades que as mães possam exercer com seus filhos como leitura, jogos de tabuleiro, CDs, DVDs, livros didáticos e educativos; através da equipe multidisciplinar composta por fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional e assistente social, ligados integralmente com o PSF, são atividades que também irão desenvolver competências cognitivas.
   A ideia deste programa parte de um grande sonho, com dois objetivos distintos, manter em zero a mortalidade infantil e desenvolver habilidades e competências cognitivas e sociais em nossas crianças, para a formação de cidadãos comprometidos com o bem-estar coletivo.